|
Uso de vibradores é comum, melhora o sexo
Duas pesquisas realizadas na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, apontam que o uso de vibradores em encontros sexuais é comum entre homens e mulheres e ajuda a melhorar a saúde sexual. Um dos estudos, liderado por Debra Herbenick, foi feitos a partir de questionários com 2,056 mulheres entre 18 e 60 anos. Os pesquisadores descobriram que mais da metade (52.5%) das mulheres já haviam usado um vibrador, e uma em cada quarto mulheres afirmou ter usado no mês anterior à pesquisa. Mulheres que usam vibradores têm maiores chances de terem feito exames ginecológicos em um ano e também mais chances de terem feito um auto-exame genital. Além disso, mulheres que usam vibradores afirmam sentir mais desejo e ter mais lubrificação e sentir menos dor durante o ato sexual.
Michael Reece e sua equipe fizeram uma pesquisa com 1,047 homens, também com idades entre 18 e 60 anos, e descobriram que 44,8% dos homens já haviam feito uso de vibradores, sozinhos ou com parceiros sexuais. O relatório da pesquisa afirma que homens que usam vibradores têm maiores chances de relatar a participação na promoção de comportamentos mais seguros de saúde sexual, como o auto-exame testicular.
Além disso, homens que relatam o uso recente de vibradores afirmaram sentir maior desejo e ter a função erétil e a satisfação sexual melhores do que aqueles que afirmaram não usar o apetrecho.
Debra Herbenick afirma que o estudo sobre o uso de vibradores por mulheres confirma o que médicos e terapeutas já sabiam por décadas: O uso de vibradores é comum, ligado a funções sexuais positivas, como o desejo pelo orgasmo, e é raramente associado a efeitos colaterais.
Reece ainda adiciona que o estudo do uso masculino do vibrador mostra que a utilização é comum entre homens, o que não havia sido documentado anteriormente. Os dois estudos ajudam a ter um maior entendimento do modo em que consumidores estadunidenses estão procurando produtos que promovem a sua saúde sexual, afirma o pesquisador.
Fonte: Revista eletrônica hypescience
Mulheres do tipo “violão” afetam os homens como uma droga

Cientistas descobriram que observar uma mulher cheia de curvas é uma “recompensa” para os cérebros masculinos – essa observação causa efeitos parecidos com os de álcool e drogas. De acordo com os pesquisadores, essa descoberta pode ajudar no entendimento da atração que homens sentem por filmes e fotos pornográficas. Mulheres com quadris largos são associadas à fertilidade então faz sentido, em termos evolucionários, que os homens se sintam atraídos por esse tipo de corpo.
Para chegar a essas conclusões os pesquisadores resolveram testar 14 homens. Os marmanjos analisaram fotos de sete mulheres nuas, antes e depois de uma cirurgia que as deixava com a cintura mais fina (é importante notar que elas não perderam e nem ganharam peso, só sua gordura que foi redistribuída).
Quando os voluntários viam as mulheres na fase pós-cirurgia, áreas dos seus cérebros conectadas com a sensação de recompensa eram ativadas, incluindo regiões associadas com álcool e com drogas.
Pesquisas futuras pretendem investigar como os cérebros femininos reagem a figuras atraentes. De acordo com os próprios cientistas, as mulheres também acham corpos femininos dignos de atenção, embora por motivos diferentes. Elas analisam as rivais e procuram manter seus parceiros longe de “distrações”.
Fonte: Revista eletrônica hypescience
Masturbação também é assunto de menina
Exercer a curiosidade com o próprio corpo é uma das maneiras mais saudáveis de se autoconhecer. Existem mulheres que se masturbam quase que diariamente. Descobrir que, durante o banho, o chuveirinho faz sentir uma cócega deliciosa já é um bom começo. A masturbação é uma necessidade pura do ser humano, é instintivo, tem uma força incrível.
Muitas mulheres não têm a coragem de admitir que se masturbam, que gostam de experimentar as sensações que a sexualidade proporciona.
Segundo o psicólogo e pesquisador do IPASEX (Instituto Paulista de Sexualidade), Diego Henrique Viviani, "estamos habituados a ver os meninos serem incentivados à prática masturbatória, enquanto as meninas são incentivadas a não se manipular, repreensão baseada em uma série de mitos e crenças ineficazes à realidade como, por exemplo: "menina de família não deve fazer isso", "vai machucar", "perde o desejo sexual" e mais dezenas deles".
Os mitos da masturbação
Ao longo da história da humanidade, muitos mitos surgiram para criar um processo de repressão moral e religiosa da masturbação. Na Idade Média, masturbar-se era considerado um grave ato pagão, chegando a ser punido com a morte na fogueira.
Ao contrário do que foi dito pelo psicanalista Sigmund Freud, em 1895, a prática masturbatória clitoriana não faz com que a mulher perca a aptidão para o orgasmo vaginal. Para Diego Viviani, "a automanipulação não é prejudicial. Pelo contrário, ela é benéfica, ajuda a pessoa a se conhecer, a entender o mecanismo do seu corpo para obter prazer individualmente e na relação sexual".
Todos nós temos direito ao sexo
A saúde sexual é considerada um direito humano básico pela WAS (Associação Mundial pela Saúde Sexual). Segundo a Declaração dos Direitos Sexuais, "a sexualidade é uma parte integral da personalidade de todo ser humano. O desenvolvimento total depende da satisfação de necessidades humanas básicas, tais como desejo de contato, intimidade, expressão emocional, prazer, carinho e amor".
Dar prazer ao próprio corpo é uma coisa muito bonita. Criar essa intimidade pode não ser fácil para algumas pessoas, por questões sociais e culturais, mas se conhecer e se satisfazer é maravilhoso, e sempre fez muito bem. Nada de culpa.
O papel de aprender a realizar o prazer não deve ser somente de uma das partes num relacionamento. Um homem conta que sua namorada nunca tinha atingido o orgasmo com penetração, além de afirmar nunca ter se masturbado. "Ela era mais nova que eu e muito tímida. Queria que ela tivesse tanto prazer quanto eu, então resolvi, literalmente, dar uma mãozinha", brinca. Ele conta que primeiro estimulou-a com o sexo oral, com as mãos e até comprou para ela um vibrador. "Hoje ela não tem problemas para gozar e se vira bem sozinha quando não estou por aqui.
Use a criatividade!
O pompoarismo é uma das muitas maneiras de se autoestimular. Para quem ainda não está familiarizado, pompoarismo é uma técnica milenar oriental e consiste na contração voluntária do períneo. Pode ser praticada tanto por mulheres quanto por homens. Nas mulheres, o períneo se encontra entre a vagina e o ânus. Nos homens, entre o saco escrotal e o ânus.
A prática feminina se dá através do uso bolinhas ligadas por um cordão de náilon, conhecidas também como bolinhas tailandesas ou ben-wa.
Um dos objetivos do pompoar é fazer com que a mulher tenha um maior domínio do seu corpo durante a relação, atingindo junto ao parceiro o prazer máximo. É uma forma de exploração mútua de prazer. A mulher perde o pudor com o próprio corpo e eleva sua autoestima.
Além de proporcionar mais prazer à vida sexual de um casal, o pompoarismo também evita problemas de saúde ligados à musculatura da região. A procura pelo ben-wa é crescente, não só por jovens, como também por senhoras idosas. Elas buscam o ben-wa por recomendação de fisioterapeutas, pois o exercício auxilia nos problemas de incontinência urinária e bexiga baixa.
Existem atualmente no mercado sexual diversos produtos estimulantes para o prazer feminino e do casal. O número de mulheres que procura por vibradores, brinquedos eróticos, géis térmicos é superior ao número de homens. O preferido entre as clientes é o gel térmico, que além de facilitar a penetração, (o gel) quando esquenta, estimula ainda mais a relação.
Os vibradores elétricos e os consolos de borracha também estão entre os favoritos das mulheres. Hoje em dia, mulher nenhuma tem vergonha de entrar numa Sex Shop e comprar um vibrador, algumas para brincar sozinhas, outras com parceiro ou parceira. Vale tudo.
Procure alternativas
Uma mulher conta que raramente atinge o orgasmo com a penetração, seja com parceiro casual, seja com um namorado. Ao longo do tempo foi aprendendo várias formas de se divertir na cama. “Quando fui morar com o meu namorado, comprei um vibrador pequeno - desses que parecem um batom, para a gente brincar. Aí era bem mais fácil eu conseguir ter um orgasmo. Enquanto ele me penetrava, eu colocava o vibrador no meu clitóris. No fim, desenvolvemos uma forma para eu gozar, mesmo sem o vibrador. Era muito gostoso sentir um prazer tão intenso junto com ele, então comecei a me interessar por isso".
Um alerta!
Para o pesquisador do IPASEX, "a única maneira da masturbação ser prejudicial é no caso de uma compulsão sexual, pois, assim, a automanipulação irá ser usada a todo momento para diminuição de um estado de ansiedade, prejudicando o dia a dia dessa pessoa, atrapalhando em sua rotina e deveres.
Nesse caso, é necessário procurar ajuda especializada, pois pode ser que essa pessoa se machuque pela prática exacerbada, sem contar que ela acaba se colocando em comportamento de risco, procurando sexo a todo momento, muitas vezes com diversas parcerias e recorrendo à prática masturbatória quando não encontra sexo".
|